segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Fica comigo?


Eu só sei que eu mereço uma chance.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Decepção!

Os amigos que a gente escolhe para serem nossos companheiros de vida, para serem nossos irmãos por opção são as pessoas que a gente olha no meio de uma multidão e enxerga um diferencial.
É muito bom saber que alguém no mundo entende você e seus pensamentos, que tem os mesmos gostos e os mesmos sentimentos, que tem história de vida, mas é melhor ainda quando essa pessoa é diferente de você.
Eu amo o diferente. Eu amo conhecer pessoas novas e ouvir as músicas que elas ouvem, entender as opniões, conhecer novos livros, novos estilos de se vestir, de se alimentar, de viver. É ótimo ter experiências que você nunca teve antes dessa pessoa entrar na sua vida e dividir com ela. É ótimo dividir o seu coração, a sua verdade e a sua família com um amigo.
É ótimo até onde você pensa que conhece a pessoa.
É ótimo antes que ocorra uma inversão de valores e todas as piadinhas feministas e modernas que você faz se tornam sinônimo de vagabundagem.
É ótimo até o dia que você ainda se importa com a pessoa e ela não sabe nem se você está viva, saudável, amando, triste ou com planos de vida. E dai você se pergunta: Como fomos parar nesse ponto? Como uma amizade acaba?
Na minha opnião amizade deveria ser a modalidade mais simples de relacionamento.
Já não bastam os amores que nos decepcionam, que partem nosso coração, que fazem a gente achar que morrer é melhor? Já não bastam as nossas relações díficeis com família, chefe e vizinhos? Porque os amigos tem que nos trazer desgosto também?!
É triste ver que uma pessoa que você amou, que você dedicou seus pensamentos e sua vida não
é a mesma pessoa de antes. É triste perder um elo de sua corrente, mas quem decide isso não é a gente não é mesmo? Quem decide isso são as expectativas.
E minha mãe sempre disse: Quando não há expectativa não há decepção. Pois é. Não é esse o caso.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O amor da sua vida.

"Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referências. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo o que o amor tem de indefinível. Honestos existem aos milhares, generoso têm, às pencas, bons motoristas e bom pais de família, ta assim, ó. Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é''
(Arnaldo Jabor)

E quanto mais clichê esse tipo de texto pode parecer, mais verdadeiro ele é. Se tudo fosse tão simples e matemático as pessoas magras, com dentes brancos, bons ouvintes e bem educadas estariam sempre acompanhadas e bem relacionadas com as pessoas escolhidas.
Mas o que importa nessa vida é a forma errada de fazer a coisa certa.
Não importa se a gente se conheceu na balada, não importa se a gente ficou com um amigo dele (ou com mais de um), não importa os erros do passado, a forma como ele tem um estilo diferente do meu. Não importa a música preferida e nem os defeitos de comportamento.
Importa o que ele me faz sentir. Como eu me sinto com ele.
Importam as expectativas. Importa o amor e a dedicação que a gente quer ter um com o outro. Importa olho no olha, mão na mão, boca na boca.
Importa o que tem dentro do coração.

P.S: Tô romântica não?