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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

São Paulo da garoa.

Eu sei que tenho gastado meu português com muito romance açucarado.
Mas é que aqui expresso livremente meu lado romântico, bem diferente da vida real.
Eu sei também que meu blog nem é tão lido assim, mas não tem problema, porque esse é um rico arquivo pessoal que poderei ler no futuro e relembrar de cada momento.
Hoje, quero falar da minha cidade. A MEGALÓPOLE INTERNACIONAL e maravilhosamente linda: São Paulo.
Passei um final de semana lá e voltei a me encantar pela minha terrinha, como não me encantava a 10 anos.
A cidade está linda, limpa, sem poluição visual, e pelo menos, por onde andei, sem um pingo de violência. (Não sou cega ou alienada e sei onde andei são lugares privilegiados, mas estou falando das minhas impressões em 2 dias, ok!).
A Avenida Paulista é um show à parte, de tirar o fôlego. O passeio no Masp foi encantador e me sinto uma pessoa que entende 0,0001% de arte mais do que eu entendia antes desse final de semana. Aprendi a apreciar melhor, pelo menos.

O casamento de sexta-feira foi um um espetáculo, com a melhor qualidade de serviço e atendimento que já vi. Dificilmente, encontrarei uma festa dessa qualidade em Curitiba, isso porque lá as pessoas estão um passo a frente, a questão não é qualidade, é excelência!
Almoço em restaurante à céu aberto com um buffet super variado e bem elaborado, passeio à pé pelos Jardins, sorvete na Haagen Daz e jantar no Skye, só fizeram meu sábado ser ainda mais lindo e maravilhoso.
O que tenho a dizer, é que todos meus passeios (em clima de romance) me fizeram morrer de saudades da minha cidade, do meu sotaque, da minha origem, do meu amoooooor por asfalto.
Não sou capaz de suportar um comentário ignorante de quem não conhece as belezas de uma cidade como São Paulo e dizer que "não tem cidade melhor no mundo do que Curitiba", minha vontade é perguntar: "Você conhece todas as cidades do mundo?".
Claro que eu gosto daqui. Estou enraizada demais para poder criticar esse lugar, mas, gente, Curitiba ainda é um filhotinho de cidade grande que tem muito o que aprender.
E pode melhorar aprendendo algumas coisas com a cidade da garoa.
Aliás, enquanto estive lá não teve nem uma brisinha úmida, sequer uma gota de garoa. Um típico verão brasileiro. Em compensação não pude pousar na capital paranaense em razão das más condições do tempo.
Ironia, não?

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Retrospectiva 2010

Gente.... a verdade é uma só.
2010 ARRASOU.
O começo do ano foi meio balançado: emprego ruim, nenhum casinho ou affair que valesse a pena, nada de baladas, poucas emoções, pouco dinheiro e ainda por cima fui demitida (aham, esse entrou para o hall de traumas que tenho na minha vidinha), enfim... foi só a partir de abril que o ano deu uma guinada.
Cabelo novo (entrei para as viciadas em formol - indico!), emprego novo (mais trabalho, mais salário, mais stress, mais tudo), baladinhas de vez em quando, compras no shopping e assim por diante.
As coisas estava longe da perfeição, mas estavam melhorando aos poucos... eu sempre tive fé de que 2010 ia ser um ano maravilhoso. O ano da virada, afinal, 2009 tinha sido uma grande meleca e eu precisava de mudanças.
Acontece que as mudanças foram gradativas e hoje olho para trás e faço meu balanço geral: SUPER POSITIVO.

Hoje estou 100 por cento dedicada ao direito do trabalho, que é matéria que me interessa, as outras áreas do direito eu jogo pela janela. Eu não tenho o melhor emprego do mundo, mas quem tem né? Pelo menos a sala é só minha e sou eu quem manda nesse ar condicionado.
Finalmente, eu me matriculei em uma academia e paguei um ano antecipadamente, foi uma decisão difícil, mas as gordurinhas pulando fora da calça e o braço de italiana batedora de bolo estavam pedindo uma ginástica.
E claro, o encontro com minha soulmate também aconteceu em 2010. Podia não ter acontecido ainda e eu ia estar ainda mais ansiosa a espera dele, mas aconteceu e o que posso dizer senão que ele É PERFEITO PARA MIM. Meu príncipe encantado.com.
Estou muito feliz com todas as mudanças que esse ano maravilhoso trouxe para minha vida e só posso desejar que 2011 seja ainda mais lindo e perfeito, cheio de realizações e novidades.

P.S: Mais um ano se passou e eu ainda tenho as melhores amigas do mundo. Não conheci ninguém que tenha amigas melhores do que eu. 
Sou ou não sou uma sortuda?

Beijos,
See you next year! 


domingo, 21 de novembro de 2010

Se eu não fizesse nada da vida...

Hoje, domingo à noite, e eu comecei a pensar nos calafrios que eu vou ter que encarar essa semana naquela minha salinha do purgatório que é meu local de trabalho.
Aquela cadeira de couro estofada maravilhosamente confortável, meu ar condicionado próprio e a privacidade que eu conquistei não absolvem os problemas que tenho com a irresponsável da minha chefe, que ironicamente foi contratada por minha causa.
A partir de amanhã eu tenho uma missão e vou seguir firme nela: não somos amigas. Conversas sobre trabalho sempre por e-mail. Reclamações diretamente para o Big Boss. 
Dai eu me lembro: toda essa aflição no meu coração se resolveria em um piscar de olhos se eu não fizesse nada da vida.
Se eu não fizesse nada e nem tivesse obrigação de fazer, claro! Porque não fazer nada e ficar pensando no amanhã, na carreira, no futuro, na falta de sucesso e de dinheiro, não valem a pena.
A minha imaginação só vale para o caso de eu não fazer nada e não precisar fazer nada.
Eu poderia ir à manicure um dia por semana, academia todos os dias as 10h00 da manhã. Correr no parque. Ler um livro por semana. Terminar meu curso de inglês.
Fazer minha monografia, aprender a cozinhar, ter 8 horas de sono por noite, passear com meus sobrinhos, ensinar direito do trabalho para minha cunhada sem me preocupar que isto está tomando minhas horas de sono. 
Ir ao banco conversar com meu gerente, estar sempre com os cabelos impecáveis.
Se eu não fizesse nada da vida eu poderia até aprender a pintar quadros,, jogar tênis, manter meus armários organizados e ser uma pessoa mais tranquila e paciente.
Eu acredito que não fazer nada é bom e não sou como essas pessoas que acham que surtariam se ficassem em casa lendo livros e tomando um solzinho na sacada.
Sou a favor de começar uma contagem regressiva esperando esse dia chegar. Enquanto isso, vou me conformar comprando um livro e aprendendo a fazer uma ação rescisória, porque eu sei que no futuro vou olhar para trás, rir disso e pensar: "HA HA HA. Ficou no meu passado".

P.S: A ilustração desse post são minhas próprias pernas, esticadinhas, na beira de uma piscina, não fazendo nada. A foto foi tirada por mim, e meu pensamento no momento foi "Isso sim é vida. e eu ainda vou viver assim"

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Sempre fui romântica. Sempre me apaixonei fácil. Sempre sonhei com o príncipe encantado.
Levei cada bordoada na cara que muitas das vezes, nem sei como me levantei.
Amei, sofri, fui magoada, deprimi, abusei da boa vontade de mundo, usei e fui usada e todo esse intenso ciclo de atividades frustrantes me deixaram extremamente machucada pelo amor.
Até outro dia eu estava deixando as consequencias desse ciclo vicioso de sofrimento dominarem meus sentimentos.
Eu aceitei ser medrosa e insegura, porque afinal de contas, o que me fazia acreditar que dessa vez seria diferente?
Mas olha, pensando bem, olhando no fundo, dessa vez é diferente.
Eu tive que abrir a trava que me dominava e não me deixava falar de sentimentos.
Tive que soltar um pouco da corrente que sufocava aqui no pescoço e abrir um pouco meu coração para parar de manifestar meus sentimentos através da frase: "eu também".
Cada homem canalha que passou pela minha vida e deixou sua marc, não me fez feliz, mas fez eu ser quem eu sou hoje.
Então, eu agradeço à todos os cafajestes por terem me feito o mal que me fizeram. Só assim eu  soube reconhecer e valorizar um amor de verdade quando ele apareceu.
Se eu já sofri por amor eu já nem me lembro mais.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Carta de despedida.

Prezado Clube dos Solteiros,

É com muito amor dentro desse peito, que venho aqui anunciar meu desligamento deste Clube.
Ainda, não há como definir se a saída é provisória ou definitiva, mas o que importa é que como tudo na vida é transitório, informo que temporariamente estou suspendendo minha credencial e devolverei minha carteirinha, sendo assim, deixarei de usar suas dependências a partir deste exato momento.
Gostaria de deixar claro que nesses últimos 4 anos e meio, ainda que eu tenha cometido graves deslizes, e aceitado as punições que me foram impostas de forma obediente, fui muito feliz sendo sua associada e cumprindo todas as suas regras com obediência.
O Clube dos Solteiros sempre foi um lugar onde me senti acolhida e bem recebida, muitas vezes até segura e me recordarei de cada momento que passei usufruindo de suas infinitas possibilidades libertinas com muito amor e carinho.
Fico extremamente grata por cada noite acordada, amnésia alcoólica, viagem, carnaval, ano novo, intercâmbio, putchariaaaaa que este Clube me possibilitou. Agradeço também a minha vasta lista de amizades, pegas de uma noite, booty calls, nomes para minha agenda telefônica e MSN que não seriam possíveis se não estivesse associada a esta Instituição.
Aproveito o momento de emoção para requerer apenas uma mudança no tratamento de seus associados: peço para que os colaboradores desse imenso Clube sejam mais compreensivos e decentes, afastando a Solidão do quadro de participantes. Ela é má, injusta e opressiva e acaba tornando a vida das pessoas mais confusas e perturbadas.. Eu sempre a encarei de cabeça erguida e com respeito, mas não é toda hora que as pessoas gostam de ter uma batalha com esse ser, pois ela é muito, muito persuasiva.

Por fim, gostaria de dizer, que apesar do fato de a minha permanência ter sido estendida e por esta razão, eu ter sido até mal julgada pelo mundo aqui fora, eu não me importo, pois ter me associoado à você foi uma decisão sábia e o melhor momento de toda a minha vida.

Fica aqui o meu Adeus!

Beijomeliga!

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Certas pessoas me bastam!

Aaaaaaaahhhh, vc não gosta de mim!?!?
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Então você me faz um favor, trouxa!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

.

Uma singela homenagem para Debra Morgan!
hahahahahaha

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Não me enquadro.

Eu não me enquadro. E não pense que sou mais feliz por não me enquadrar. Eu não sou!
Enquanto todas as pessoas se apaixonam pelas mais diferentes formas de seres humanos, enquanto todos amam os outros independente de suas imperfeições e vivem romances açucarados e lindas histórias de amor. Eu não consigo permitir que isso aconteça comigo.
Normalmente eu sou relutante e nunca percebi isso antes. Quando eu notei, parece que eu estava enxergando tudo através de uma lente de contato, e tudo ficou bem mais claro e perfeito. Então, eu entendi que a culpada de não se me enquadrar, sou eu.
Estou assistindo Dexter e fico pensando, eu sei como ele se sente por não se enquadrar, mesmo considerando nossa diferença absurda pois enquanto ele é a ausência absoluta de sentimentos, eu sou a profusão total deles.
E apesar de gostar dos sentimentos e principalmente gostar quando eles são intensos, eu acho que não quero eles para mim.
Não aceito as pessoas que gostam de mim, e escolhe os detalhes mais horríveis de cada um para afastá-los da minha vida.
E olhando em volta e sabendo que eu quero muito um parzinho para mim. Uma pessoa para dividir, brigar, namorar, dormir e planejar junto, parece que eu quero que esse parzinho seja uma pessoa melhor do que na verdade qualquer um pode ser.
E pensando assim, vivendo assim e escolhendo assim, eu vou empurrando para longe de mim todas as coisas boas que poderiam ser minhas também.
Cada vez eu me esforço mais para me enquadrar menos.
E o que eu posso fazer para me corrigir?
O que eu posso fazer para me enquadrar mais?
Não adianta dizer que o tempo resolve essas coisas porque o efeito do tempo me deixa mais intolerante, intransigente e durona;
Eu preciso de outra coisa que me faça amolecer.
E eu espero que essa "coisa" chegue logo porque tá ruim demais me sentir igual ao Dexter.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Diários de uma paixonite aguda 1

Capítulo 1
Recentemente eu olhei para você com outros olhos.
Não faz tanto tempo assim, antes eu ainda olhava para você com timidez e até um pouco de constrangimento, mas um belo dia você estava conversando comigo balançando a mão esquerda e ela estava sem aliança. Dai eu pensei: "Será que ele não é casado então? Eu achei que fosse.... Nossa, se ele não for casado eu posso me interessar por ele!", mas eu acho que por alguma razão você esqueceu a aliança (que não é dourada) aquele dia, e quando eu percebi eu já estava interessada.
Antes de qualquer coisa, eu coloquei na minha cabeça. Ok, eu estou interessada por ele, mas é melhor eu não estar. Então.... eu vou fazer  de conta que não estou. Nada de olhares furtivos, nada de provocação, nada de ficar prestando atenção no caimento da calça jeans (se é que vocês me entendem), mas olha.... está sendo difícil.
Enfim, ninguém acha certo uma história dessas, nem eu, mas eu preciso mesmo desabafar e falar sobre a assunto. Esgotar todas as esferas. Assim, vai chegar a hora que pronto passou, acabou e nada aconteceu.
Então.... tenho em vista o grau de pecado que tem nos olhos dos outros e o grau de insanidade que se passa dentro de mim, acho que vou conversar sobre isso comigo mesma, aqui nesse blog largado.

Hoje eu nem falei com ele, nem bom dia, nenhuma única vez, mas ele está com uma camisa azul clarinho (não aquele azul cor de cobrador de ônibus, um azul lindo e com uma gravata nem sei de que cor, mas está lindo).
Toda vez que eu falo dele assim dói um pouquinho. Porque eu não posso fazer nada. Nadaaaaaaaaaa!

sábado, 26 de junho de 2010

Revenge

"A vingança é um prato que se come frio"
Demorei mas valeu a pena!
HUÁ HUÁ.


Todo o processo de elaboração e execução não seria o mesmo sem ela, thank you very much, bitch!
Acho é pouco!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Want.

Apesar de todo contexto pecaminoso, eu não consigo aceitar que meus pensamentos são tão absurdos. Tenho culpa que a mais de 10 anos atrás, quando ele era praticamente um adolescente, conheceu uma mulher, engravidou ela e se casou? Não.
A 10 anos atrás eu nem sei quem eu era.
Claro que a gente não tem culpa de se encontrar tanto tempo depois, trocar uns olhares furtivos e imaginar coisas, muitas coisas... Ok. É pecado!
Quem disse? Quem disse que sentir vontade, ter um surto hormonal, uma vontade louca de descer do salto e sair dessa pose de menina de família e pagar de piriguete é pecado? Por enquanto é só uma vontade e um fogo. Que precisará de alguns banhos de água fria para apagar.
Mas eu não posso controlar.
Sorry, Paris. Sorry, Jesus.
Não posso controlar!

domingo, 13 de junho de 2010

Mais macho que muito homem.



Porque nem!

Toda feiticeira é corcunda
Nem!
Toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho
Que muito homem!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Califórnia na minha janela.

Eu era feliz dirigindo pelas cidades lindas da Costa da Califórnia.
E era fotografada espontaneamente várias vezes ao dia.
Eu não estou nada saudosa, só revirei por ai e encontrei isso.
Achei digno. Só isso. Digno!

terça-feira, 1 de junho de 2010

Why???


Izzie: Why am I alone? Where’s Denny?
Meredith: You are not alone, Iz.


WHY AM I SO ALONE????

sábado, 22 de maio de 2010

Desculpa se te chamo de amor.

E eu me pego lendo um livro que me faz reviver muitos momentos que já estão guardados dentro do baú de velhas lembranças inesquecíveis, onde eu guardo tudo que merece ser lembrado porque me faz ser quem eu sou.

"Eu tinha 17 anos, usava uma bolsa branca com alça de madeira e flores cor-de-rosa, carregava lá dentro um celular, umas notas de 50 da minha gorda mesada e um material de estudo pré-vestibular.
Ele estava morando em Curitiba temporariamente, tinha 33, trabalhava para o meu  pai e tinha uma noiva que morava além da fronteira, ali em São Paulo.
Acho que a abordagem foi minha, mas tenho certeza que o provocador da situação foi ele. Hoje fico pensando e tentando entender o que ele via quando olhava para mim. Eu era magra, sem corpo de mulher ainda, usava cabelo no ombro sempre escovado, só usava tênis e botas de cadarço e sempre que ele me via estava cercada por meus pais e meus irmão mais velhos. Eu era só uma criança que fazia farra com as minhas amigas. Mas ele via alguma coisa em mim.
E isso nos levou a um ponto insustentável com ligações no meio da tarde, com sentimentos sufocantes.
Tudo começou naquele sofá e acabou com gritos pelo celular. Uma mágoa ardida que deixou cicatrizes, me tornou desconfiada e medrosa.
Não foi uma história ruim. Foi uma história linda antes de ficar salgada (que era o gosto do meu rosto todos os dias após nossos encontros, as vezes de suor e as vezes de lágrimas, outras dos dois).
Eu experimentei tudo de bom e de ruim matéria de relacionamento e foi a primeira vez que as minhas borboletas se tornaram mariposas.
Ele foi embora e nunca esqueci nossa história, nem sequer o cheiro do perfume que eu usava para ele. Com certeza ele nunca me esqueceu. Eu sei que ainda lembra do sofá, da janela, dos banquinhos do bar daquele apartamento onde nós deixamos nossas marcas.
Hoje eu tenho 24 e ele 40. QUARENTA ANOS. É casado e tem uma filhinha chamada Lara. Eu? eu não sou mais uma magrelinha pré-vestibular e nem passa pela minha cabeça a forma como a nossa história foi acontecer, porque ela só parece as páginas de um livro que outra pessoa escreveu"

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Use Somebody.

"I've been roaming around
Always looking down at all I see
Painted faces, fill the places I can't reach
You know that I could use somebody
You know that I could use somebody
Someone like you, and all you know, and how you speak
Countless lovers under cover of the street
You know that I could use somebody
You know that I could use somebody
Someone like you"



quarta-feira, 12 de maio de 2010

Tired!

Cansada disso, daquilo e daquilo outro.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Sei lá, sei lá, a vida tem sempre razão.

A minha amiga, parceira e companheira de todos os momentos, me disse hoje: "Viu como você muda a vida das pessoas?" e eu pensei que eu não mudo a vida de ninguém.
Mas vou colocar na ponta do lápis:

- Eu acredito que as coisas podem dar certo.
- Eu acredito nas pessoas.
- Eu não me importo com fofocas a meu respeito.
- Eu respeito as pessoas que estão a minha volta.
- Eu tenho sempre uma palavra de amizade para todo mundo. Mesmo aqueles que não são meus amigos.
- Eu acredito em segundas chances.
- Eu acredito até no amor.

Eu não sou meiga e nem perfeita. Eu sou uma pessoa pra cima. Eu sou uma pessoa que gosta de estar por cima, de ir para cima. Eu também sofro e as vezes eu desisto e de vez em quando eu me revolto, mas eu sempre tenho uma palavra de acalento, até para mim.
Eu espero que a vida sempre traga boas coisas. Porque não vale a pena pensar diferente.
Eu não acredito no fracasso e nem desisto.
Pensando por esse lado, dá para entender que as vezes uma pequena atitude pode mudar a vida das pessoas, nem que seja só por um minuto.

Eu prefiro pensar assim do que passar a vida achando que eu não faço diferença na vida de ninguém.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Promise?


Eu só quero encontrar o amor se ele for um amor bom.
Se não for bom, eu dispenso o amor.

Eu quero um amor que me traga mais paz e não mais tormento.
Porque de tormento eu estou cheia!