quarta-feira, 16 de setembro de 2009

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Todos os cães merecem o céu:

Beijo, menina, vai descansar!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Suspirando pelos cantos.



E quantos gostos diferentes já passaram por aqui. Por mim. Pela minha vida. E nesse tempo de vazio intenso e saudade de um cheirinho bom do meu lado na cama grande e confortável eu aprendi que a paixão só enche os olhos, mas esvazia o resto.

E os beijos que desperdicei antes de beijar aquele que arrepia, consola, assusta e preenche são só meras lembranças esquecidas no passado.

E a espera fica cada dia mais lenta e dolorosa enquanto você não vem. E eu nem sei quem é você.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Nó na garganta.

Eu não sei o porque do nó na garganta.
Eu não sei o porque esse feriado foi decisivo para mim. Eu acho que pelo fato de eu estar em território estranho e cada sentimento que eu senti foi tão avassalador e verdadeiro, porque eu não tive como fugir deles e nem me esconder no território seguro do meu quarto lindo preto e branco e do meu ursinho de 1 dólar que já é salgado de tão cheio de lágrimas.
Eu senti todas as sensações que me assustam e me dão tanto medo, mas eu senti e resolvi assumir que eu sou uma mulher apaixonada.
Eu já não tenho mais 18 anos para esquecer dele entre copos de vodca e bocas de estranhos. Eu já não tenho mais idade para resolver meus problemas estourando o cartão de crédito e saindo por ai com roupas, carro e maquiagem da moda. Isso já não importa mais tanto assim.
Eu queria passar minha sexta feira a noite deitada de barriga para cima, pensando em uma solução para qualquer problema do mundo, desde que vc esteja deitado do meu lado, de mão dada comigo, inventando uma teoria, me contando da sua vida e respirando baixinho só para eu sentir sua respiração quentinha ali do meu lado.
Eu só sei que é tão difícil essa vida de amores e desamores, que é tão fácil ser sozinha e não ter que resolver nada por ninguém, e eu sei que eu quero invandir seu mundo e dormir na sua casa de final de semana, e ser amiga do seu pai.
Me dá um espacinho de você. Não precisa me pedir em namoro e nem frequentar os almoços de domingo (por enquanto) e só você ser meu parzinho de final de semana e falar no telefone comigo. É só você preenher os espacinhos que estão esperando por você de braços abertos.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Um Lobo nada mau.

Sim. Eu sou estranha.
Eu não sei me relacionar com as pessoas ou encontrar níveis aceitáveis de dividir minha vida.
Eu resolvo virar vegetariana no dia 1º de Setembro e prometo que vai ser para sempre.
Eu adoro ou odeio demais tudo o que eu faço.
Eu tenho um vício total e absoluto em internet, em livros, em televisão, em coca-cola.
Eu gosto muito de sair a noite, mas as vezes eu prefiro me reunir em casa com as pessoas que eu mais gosto.
Eu sou ciumenta, esquentada, ansiosa e feminista.
Eu amo o "igual", mas nada me encanta mais do que o "diferente".
Eu não posso ver uma pessoa que não quer ser convencional, uma pessoa que não aceita as regras sociais, uma pessoa que quer ser prafrentex: eu me encanto por ela.
Eu me apaixonei por um homem que usa collant branco com suspensórios e dança comigo daquele meu jeito esquisito de dançar.
Eu me apaixonei de olhos fechados, sem querer enxergar tudo que a gente tem que passar para chegar onde a gente quer chegar.
Eu quero um relacionamento. Eu quero ser sua menina, sua pequena, sua loirinha, a mulher da sua vida. Quero que você me faça dançar bolero com você na cozinha da sua vó e quero que a gente faça um picnic no Jardim Botânico. Quero que você me tire o fôlego, me dê seu amor, seu carinho, suas dúvidas, seus medos e que você me deixe te completar.

Lobo, seja o meu par no cinema, nas festas, nos eventos de trabalho, na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê. Seja meu menino, meu amigo, meu parceiro e meu namorado.
Case comigo se você quiser ou então só vamos deitar ali fora no banco do meu condôminio para ver a lua cheia enquanto você vira meu lobisomen e eu sua chapeuzinho vermelho.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Fica comigo?


Eu só sei que eu mereço uma chance.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Decepção!

Os amigos que a gente escolhe para serem nossos companheiros de vida, para serem nossos irmãos por opção são as pessoas que a gente olha no meio de uma multidão e enxerga um diferencial.
É muito bom saber que alguém no mundo entende você e seus pensamentos, que tem os mesmos gostos e os mesmos sentimentos, que tem história de vida, mas é melhor ainda quando essa pessoa é diferente de você.
Eu amo o diferente. Eu amo conhecer pessoas novas e ouvir as músicas que elas ouvem, entender as opniões, conhecer novos livros, novos estilos de se vestir, de se alimentar, de viver. É ótimo ter experiências que você nunca teve antes dessa pessoa entrar na sua vida e dividir com ela. É ótimo dividir o seu coração, a sua verdade e a sua família com um amigo.
É ótimo até onde você pensa que conhece a pessoa.
É ótimo antes que ocorra uma inversão de valores e todas as piadinhas feministas e modernas que você faz se tornam sinônimo de vagabundagem.
É ótimo até o dia que você ainda se importa com a pessoa e ela não sabe nem se você está viva, saudável, amando, triste ou com planos de vida. E dai você se pergunta: Como fomos parar nesse ponto? Como uma amizade acaba?
Na minha opnião amizade deveria ser a modalidade mais simples de relacionamento.
Já não bastam os amores que nos decepcionam, que partem nosso coração, que fazem a gente achar que morrer é melhor? Já não bastam as nossas relações díficeis com família, chefe e vizinhos? Porque os amigos tem que nos trazer desgosto também?!
É triste ver que uma pessoa que você amou, que você dedicou seus pensamentos e sua vida não
é a mesma pessoa de antes. É triste perder um elo de sua corrente, mas quem decide isso não é a gente não é mesmo? Quem decide isso são as expectativas.
E minha mãe sempre disse: Quando não há expectativa não há decepção. Pois é. Não é esse o caso.