Sempre fui romântica. Sempre me apaixonei fácil. Sempre sonhei com o príncipe encantado.
Levei cada bordoada na cara que muitas das vezes, nem sei como me levantei.
Amei, sofri, fui magoada, deprimi, abusei da boa vontade de mundo, usei e fui usada e todo esse intenso ciclo de atividades frustrantes me deixaram extremamente machucada pelo amor.
Até outro dia eu estava deixando as consequencias desse ciclo vicioso de sofrimento dominarem meus sentimentos.
Eu aceitei ser medrosa e insegura, porque afinal de contas, o que me fazia acreditar que dessa vez seria diferente?
Mas olha, pensando bem, olhando no fundo, dessa vez é diferente.
Eu tive que abrir a trava que me dominava e não me deixava falar de sentimentos.
Tive que soltar um pouco da corrente que sufocava aqui no pescoço e abrir um pouco meu coração para parar de manifestar meus sentimentos através da frase: "eu também".
Cada homem canalha que passou pela minha vida e deixou sua marc, não me fez feliz, mas fez eu ser quem eu sou hoje.
Então, eu agradeço à todos os cafajestes por terem me feito o mal que me fizeram. Só assim eu soube reconhecer e valorizar um amor de verdade quando ele apareceu.
Se eu já sofri por amor eu já nem me lembro mais.
Então, eu agradeço à todos os cafajestes por terem me feito o mal que me fizeram. Só assim eu soube reconhecer e valorizar um amor de verdade quando ele apareceu.
Se eu já sofri por amor eu já nem me lembro mais.














