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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Esse mundo também é meu.


Nós somos amigas de longa data.
Longa data mesmo. Mais precisamente 11 anos.
Eu me distanciei nos últimos anos, mas eu me arrependo.
O bom é que ainda é tempo de reaproximar e o melhor, é que os danos são pequenos.
Ao longo desse tempo todo eu pensei que a gente não combinava ou não pertencia ao mesmo mundo, mas eu estava enganada.
Nós pertencemos ao mesmo mundo sim.
Ao mundo onde as amigas de verdade duram para sempre independente das diferenças ou da distância.
Ontem me reuni com todas elas e com as adjacencências que vieram com o tempo: me senti muito bem.
Fiquei até o final, com brilho nos olhos de estar ali e de ver a evolução de todas nós e de como quando a gente começa a conversar ainda somos as meninas de 15 anos que catavam "A fulana roubou pão na casa do João..." no ônibus dos passeios da Disney.
A nossa história é bonita e digna de ser contada, valorizada.
Eu estou muito feliz por saber que mesmo sendo tonta e me afastando, tem um espaço para mim lá dentro e que a minha "cadeira" nunca foi ocupada por ninguém. É muito bom poder ser a Cho de vez em quando e saber que eu pertenço àquele mundo e que aquele lugar é meeeeeeeeu, e ninguém vai me tirar.

Ai amigas, eu amo vocês....!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Retrospectiva 2010

Gente.... a verdade é uma só.
2010 ARRASOU.
O começo do ano foi meio balançado: emprego ruim, nenhum casinho ou affair que valesse a pena, nada de baladas, poucas emoções, pouco dinheiro e ainda por cima fui demitida (aham, esse entrou para o hall de traumas que tenho na minha vidinha), enfim... foi só a partir de abril que o ano deu uma guinada.
Cabelo novo (entrei para as viciadas em formol - indico!), emprego novo (mais trabalho, mais salário, mais stress, mais tudo), baladinhas de vez em quando, compras no shopping e assim por diante.
As coisas estava longe da perfeição, mas estavam melhorando aos poucos... eu sempre tive fé de que 2010 ia ser um ano maravilhoso. O ano da virada, afinal, 2009 tinha sido uma grande meleca e eu precisava de mudanças.
Acontece que as mudanças foram gradativas e hoje olho para trás e faço meu balanço geral: SUPER POSITIVO.

Hoje estou 100 por cento dedicada ao direito do trabalho, que é matéria que me interessa, as outras áreas do direito eu jogo pela janela. Eu não tenho o melhor emprego do mundo, mas quem tem né? Pelo menos a sala é só minha e sou eu quem manda nesse ar condicionado.
Finalmente, eu me matriculei em uma academia e paguei um ano antecipadamente, foi uma decisão difícil, mas as gordurinhas pulando fora da calça e o braço de italiana batedora de bolo estavam pedindo uma ginástica.
E claro, o encontro com minha soulmate também aconteceu em 2010. Podia não ter acontecido ainda e eu ia estar ainda mais ansiosa a espera dele, mas aconteceu e o que posso dizer senão que ele É PERFEITO PARA MIM. Meu príncipe encantado.com.
Estou muito feliz com todas as mudanças que esse ano maravilhoso trouxe para minha vida e só posso desejar que 2011 seja ainda mais lindo e perfeito, cheio de realizações e novidades.

P.S: Mais um ano se passou e eu ainda tenho as melhores amigas do mundo. Não conheci ninguém que tenha amigas melhores do que eu. 
Sou ou não sou uma sortuda?

Beijos,
See you next year! 


domingo, 21 de novembro de 2010

Se eu não fizesse nada da vida...

Hoje, domingo à noite, e eu comecei a pensar nos calafrios que eu vou ter que encarar essa semana naquela minha salinha do purgatório que é meu local de trabalho.
Aquela cadeira de couro estofada maravilhosamente confortável, meu ar condicionado próprio e a privacidade que eu conquistei não absolvem os problemas que tenho com a irresponsável da minha chefe, que ironicamente foi contratada por minha causa.
A partir de amanhã eu tenho uma missão e vou seguir firme nela: não somos amigas. Conversas sobre trabalho sempre por e-mail. Reclamações diretamente para o Big Boss. 
Dai eu me lembro: toda essa aflição no meu coração se resolveria em um piscar de olhos se eu não fizesse nada da vida.
Se eu não fizesse nada e nem tivesse obrigação de fazer, claro! Porque não fazer nada e ficar pensando no amanhã, na carreira, no futuro, na falta de sucesso e de dinheiro, não valem a pena.
A minha imaginação só vale para o caso de eu não fazer nada e não precisar fazer nada.
Eu poderia ir à manicure um dia por semana, academia todos os dias as 10h00 da manhã. Correr no parque. Ler um livro por semana. Terminar meu curso de inglês.
Fazer minha monografia, aprender a cozinhar, ter 8 horas de sono por noite, passear com meus sobrinhos, ensinar direito do trabalho para minha cunhada sem me preocupar que isto está tomando minhas horas de sono. 
Ir ao banco conversar com meu gerente, estar sempre com os cabelos impecáveis.
Se eu não fizesse nada da vida eu poderia até aprender a pintar quadros,, jogar tênis, manter meus armários organizados e ser uma pessoa mais tranquila e paciente.
Eu acredito que não fazer nada é bom e não sou como essas pessoas que acham que surtariam se ficassem em casa lendo livros e tomando um solzinho na sacada.
Sou a favor de começar uma contagem regressiva esperando esse dia chegar. Enquanto isso, vou me conformar comprando um livro e aprendendo a fazer uma ação rescisória, porque eu sei que no futuro vou olhar para trás, rir disso e pensar: "HA HA HA. Ficou no meu passado".

P.S: A ilustração desse post são minhas próprias pernas, esticadinhas, na beira de uma piscina, não fazendo nada. A foto foi tirada por mim, e meu pensamento no momento foi "Isso sim é vida. e eu ainda vou viver assim"

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Você não me convence.


Cara, poucas pessoas que lêem esse blog vão entender porque eu vou ter que escrever isto aqui.
Mas sério.... hoje me irritei. Acho gente assim tão babaca, mas sempre respeitei o espaço deles, mas hoje fiquei morrendo de vontade de mandar se foder!

Eu fiz a cagada de adicionar o ser no meu facebook. Não sei porque fiz isso.
Enquanto eu não tinha que ler na minha timeline as merdas que ele diz, eu não me irritava tanto assim com essa pessoa.
Não consigo entender, como em dado momento da minha vida, eu tive certeza que nós dois daríamos minimamente certo como casal. Pensei até que ele era uma pessoa admirável e que eu gostaria de ficar junto. Mas hoje em dia tenho a certeza absoluta que não aguentaria nem 1% das hipocresias dessa pessoa.
"Eu luto pelos meus ideais!", "Viva o MST!", "Apoio o socialismo!", "A aplicabilidade do direito constitucional". My Ass!!!
Esse povinho que senta em cima dos livros de sociologia e acha que está fazendo uma revolução no mundo porque não lê a Veja cansa minha beleza.
Você não é cult, otário. Você é uma porra de um clichê.
É muito fácil apoiar o socialismo dentro da piscina da sua casa tomando uma Coca-Cola bem gelada.
É muito fácil dizer que apóia o MST antes do Movimento invadir e destruir uma terra de sua família e você ter um surtinho de revolta.
E piooooor, vem xingar a Rede Globo, mas aposto que não perde uma edição do Jornal Nacional.

Eu não sou de extrema direita, nem amo o sensacionalismo, apesar de ter minhas convicções. Tem muitas coisas que eu mudaria no mundo com um clique. Mas eu não vivo por ai apontando o dedo para os outros dizendo "Você é Reacionário!". Quando você aponta o dedo para frente, tem outros quatro apontados para você, Che Guevarazinho de merda!

Da série: "Pronto, falei!". Vai se foder, companheiro.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O Segredo.

Eu sempre fui tão focada nos meus pedidos para o Universo, que dessa vez o mundo inteiro tem que reconhecer: eu sei pedir para o Universo.
Mesmo quem gosta de ser "do contra" dizendo: "Eu não acredito nessa baboseira do Segredo", com certeza, vez por outra se pega pensando de forma sistemática nos seus próprios desejos tendo a certeza que eles serão realizados só porque está pensando neles de forma sistemática.
Sempre acreditei, sempre exercitei e sempre invoquei pacientemente a resposta do Universo.

De todas as coisas que deram certo, até hoje a que deu mais certo veio agora.
Com os mínimos detalhes que eu invoquei, desejei e sonhei.
Exatamente do jeito que eu sempre acreditei.
E só tenho que agradecerao Universo por tudo isso.
Post #alocka!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Carta de despedida.

Prezado Clube dos Solteiros,

É com muito amor dentro desse peito, que venho aqui anunciar meu desligamento deste Clube.
Ainda, não há como definir se a saída é provisória ou definitiva, mas o que importa é que como tudo na vida é transitório, informo que temporariamente estou suspendendo minha credencial e devolverei minha carteirinha, sendo assim, deixarei de usar suas dependências a partir deste exato momento.
Gostaria de deixar claro que nesses últimos 4 anos e meio, ainda que eu tenha cometido graves deslizes, e aceitado as punições que me foram impostas de forma obediente, fui muito feliz sendo sua associada e cumprindo todas as suas regras com obediência.
O Clube dos Solteiros sempre foi um lugar onde me senti acolhida e bem recebida, muitas vezes até segura e me recordarei de cada momento que passei usufruindo de suas infinitas possibilidades libertinas com muito amor e carinho.
Fico extremamente grata por cada noite acordada, amnésia alcoólica, viagem, carnaval, ano novo, intercâmbio, putchariaaaaa que este Clube me possibilitou. Agradeço também a minha vasta lista de amizades, pegas de uma noite, booty calls, nomes para minha agenda telefônica e MSN que não seriam possíveis se não estivesse associada a esta Instituição.
Aproveito o momento de emoção para requerer apenas uma mudança no tratamento de seus associados: peço para que os colaboradores desse imenso Clube sejam mais compreensivos e decentes, afastando a Solidão do quadro de participantes. Ela é má, injusta e opressiva e acaba tornando a vida das pessoas mais confusas e perturbadas.. Eu sempre a encarei de cabeça erguida e com respeito, mas não é toda hora que as pessoas gostam de ter uma batalha com esse ser, pois ela é muito, muito persuasiva.

Por fim, gostaria de dizer, que apesar do fato de a minha permanência ter sido estendida e por esta razão, eu ter sido até mal julgada pelo mundo aqui fora, eu não me importo, pois ter me associoado à você foi uma decisão sábia e o melhor momento de toda a minha vida.

Fica aqui o meu Adeus!

Beijomeliga!

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Certas pessoas me bastam!

Aaaaaaaahhhh, vc não gosta de mim!?!?
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Então você me faz um favor, trouxa!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

.

Uma singela homenagem para Debra Morgan!
hahahahahaha

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Sequelas.


Quando criei esse blog tinha uma finalidade. Hoje em dia nem é mais para isso.
As vezes tenho vontade até de mudar o título, mas não vou.
Eu não sou mais uma sofredora convicta.
Mas lendo Comer, Rezar e Amar não tive como não querer destacar esse trecho:

"O vício é a marca de toda a história de amor baseada na obsessão. Tudo começa quando o objeto de sua adoração lhe dá uma dose generosa, alucinante de algo que você nunca ousou admitir que queria - um explosivo coquetel emocional, talvez, feito de amor estrondoso e louca excitação. Logo você começa a precisar dessa atenção intensa com a obsessão faminta de qualquer viciado. Quando a droga é retirada, você imediatamente adoece, louco e em crise de abstinência (sem falar no ressentimento para com o traficante que incentivou você a adquirir seu vício, mas que agora se recusa a descolar o bagulho bom - apesar de você saber que ele tem algum escondido em alugum lugar, caramba, porque antes ele lhe dava de graça). O estágio seguinte é você esquelética e tremendo em um canto, sabendo apenas que venderia sua alma ou robaria seus vizinhos só para ter aquela coisa mais uma vez que fosse. Enquanto isso, o objeto de sua adoração agora sente repulsa por você. Ele olha para você como se você fosse alguém que ele nunca viu antes, muito menos alguém que um dia amou com grande paixão. A ironia é que você não pode culpá-lo. Quero dizer, olhe bem para você. Você está um caco irreconhecível até mesmo aos seus próprios olhos.
Então é isso. Você agora chegou ao ponto final da obsessão amorosa - a completa e implacável desvalorização de si mesma"

 Simplesmente e exatamente a tradução de tudo que eu já senti, sofri e passei e joguei fora.
Para sempre.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Diários de uma paixonite aguda 1

Capítulo 1
Recentemente eu olhei para você com outros olhos.
Não faz tanto tempo assim, antes eu ainda olhava para você com timidez e até um pouco de constrangimento, mas um belo dia você estava conversando comigo balançando a mão esquerda e ela estava sem aliança. Dai eu pensei: "Será que ele não é casado então? Eu achei que fosse.... Nossa, se ele não for casado eu posso me interessar por ele!", mas eu acho que por alguma razão você esqueceu a aliança (que não é dourada) aquele dia, e quando eu percebi eu já estava interessada.
Antes de qualquer coisa, eu coloquei na minha cabeça. Ok, eu estou interessada por ele, mas é melhor eu não estar. Então.... eu vou fazer  de conta que não estou. Nada de olhares furtivos, nada de provocação, nada de ficar prestando atenção no caimento da calça jeans (se é que vocês me entendem), mas olha.... está sendo difícil.
Enfim, ninguém acha certo uma história dessas, nem eu, mas eu preciso mesmo desabafar e falar sobre a assunto. Esgotar todas as esferas. Assim, vai chegar a hora que pronto passou, acabou e nada aconteceu.
Então.... tenho em vista o grau de pecado que tem nos olhos dos outros e o grau de insanidade que se passa dentro de mim, acho que vou conversar sobre isso comigo mesma, aqui nesse blog largado.

Hoje eu nem falei com ele, nem bom dia, nenhuma única vez, mas ele está com uma camisa azul clarinho (não aquele azul cor de cobrador de ônibus, um azul lindo e com uma gravata nem sei de que cor, mas está lindo).
Toda vez que eu falo dele assim dói um pouquinho. Porque eu não posso fazer nada. Nadaaaaaaaaaa!

sábado, 26 de junho de 2010

Revenge

"A vingança é um prato que se come frio"
Demorei mas valeu a pena!
HUÁ HUÁ.


Todo o processo de elaboração e execução não seria o mesmo sem ela, thank you very much, bitch!
Acho é pouco!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Want.

Apesar de todo contexto pecaminoso, eu não consigo aceitar que meus pensamentos são tão absurdos. Tenho culpa que a mais de 10 anos atrás, quando ele era praticamente um adolescente, conheceu uma mulher, engravidou ela e se casou? Não.
A 10 anos atrás eu nem sei quem eu era.
Claro que a gente não tem culpa de se encontrar tanto tempo depois, trocar uns olhares furtivos e imaginar coisas, muitas coisas... Ok. É pecado!
Quem disse? Quem disse que sentir vontade, ter um surto hormonal, uma vontade louca de descer do salto e sair dessa pose de menina de família e pagar de piriguete é pecado? Por enquanto é só uma vontade e um fogo. Que precisará de alguns banhos de água fria para apagar.
Mas eu não posso controlar.
Sorry, Paris. Sorry, Jesus.
Não posso controlar!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Te quero 90 minutos.




Cristiano Ronaldo, a copa do mundo é nossa, amado!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Califórnia na minha janela.

Eu era feliz dirigindo pelas cidades lindas da Costa da Califórnia.
E era fotografada espontaneamente várias vezes ao dia.
Eu não estou nada saudosa, só revirei por ai e encontrei isso.
Achei digno. Só isso. Digno!

sábado, 22 de maio de 2010

Desculpa se te chamo de amor.

E eu me pego lendo um livro que me faz reviver muitos momentos que já estão guardados dentro do baú de velhas lembranças inesquecíveis, onde eu guardo tudo que merece ser lembrado porque me faz ser quem eu sou.

"Eu tinha 17 anos, usava uma bolsa branca com alça de madeira e flores cor-de-rosa, carregava lá dentro um celular, umas notas de 50 da minha gorda mesada e um material de estudo pré-vestibular.
Ele estava morando em Curitiba temporariamente, tinha 33, trabalhava para o meu  pai e tinha uma noiva que morava além da fronteira, ali em São Paulo.
Acho que a abordagem foi minha, mas tenho certeza que o provocador da situação foi ele. Hoje fico pensando e tentando entender o que ele via quando olhava para mim. Eu era magra, sem corpo de mulher ainda, usava cabelo no ombro sempre escovado, só usava tênis e botas de cadarço e sempre que ele me via estava cercada por meus pais e meus irmão mais velhos. Eu era só uma criança que fazia farra com as minhas amigas. Mas ele via alguma coisa em mim.
E isso nos levou a um ponto insustentável com ligações no meio da tarde, com sentimentos sufocantes.
Tudo começou naquele sofá e acabou com gritos pelo celular. Uma mágoa ardida que deixou cicatrizes, me tornou desconfiada e medrosa.
Não foi uma história ruim. Foi uma história linda antes de ficar salgada (que era o gosto do meu rosto todos os dias após nossos encontros, as vezes de suor e as vezes de lágrimas, outras dos dois).
Eu experimentei tudo de bom e de ruim matéria de relacionamento e foi a primeira vez que as minhas borboletas se tornaram mariposas.
Ele foi embora e nunca esqueci nossa história, nem sequer o cheiro do perfume que eu usava para ele. Com certeza ele nunca me esqueceu. Eu sei que ainda lembra do sofá, da janela, dos banquinhos do bar daquele apartamento onde nós deixamos nossas marcas.
Hoje eu tenho 24 e ele 40. QUARENTA ANOS. É casado e tem uma filhinha chamada Lara. Eu? eu não sou mais uma magrelinha pré-vestibular e nem passa pela minha cabeça a forma como a nossa história foi acontecer, porque ela só parece as páginas de um livro que outra pessoa escreveu"

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Use Somebody.

"I've been roaming around
Always looking down at all I see
Painted faces, fill the places I can't reach
You know that I could use somebody
You know that I could use somebody
Someone like you, and all you know, and how you speak
Countless lovers under cover of the street
You know that I could use somebody
You know that I could use somebody
Someone like you"



quarta-feira, 12 de maio de 2010

Tired!

Cansada disso, daquilo e daquilo outro.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Sei lá, sei lá, a vida tem sempre razão.

A minha amiga, parceira e companheira de todos os momentos, me disse hoje: "Viu como você muda a vida das pessoas?" e eu pensei que eu não mudo a vida de ninguém.
Mas vou colocar na ponta do lápis:

- Eu acredito que as coisas podem dar certo.
- Eu acredito nas pessoas.
- Eu não me importo com fofocas a meu respeito.
- Eu respeito as pessoas que estão a minha volta.
- Eu tenho sempre uma palavra de amizade para todo mundo. Mesmo aqueles que não são meus amigos.
- Eu acredito em segundas chances.
- Eu acredito até no amor.

Eu não sou meiga e nem perfeita. Eu sou uma pessoa pra cima. Eu sou uma pessoa que gosta de estar por cima, de ir para cima. Eu também sofro e as vezes eu desisto e de vez em quando eu me revolto, mas eu sempre tenho uma palavra de acalento, até para mim.
Eu espero que a vida sempre traga boas coisas. Porque não vale a pena pensar diferente.
Eu não acredito no fracasso e nem desisto.
Pensando por esse lado, dá para entender que as vezes uma pequena atitude pode mudar a vida das pessoas, nem que seja só por um minuto.

Eu prefiro pensar assim do que passar a vida achando que eu não faço diferença na vida de ninguém.

sábado, 1 de maio de 2010

My place in the world!



Não tem um único dia da minha vida que eu não pense: "Meu lugar é New York!"

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Querido Leitor,

As vezes eu penso que ninguém lê meu blog, porque na verdade, eu escrevo para desabafar para mim mesma, mas eu gosto de ter esse espaço.
Mas inevitavelmente algumas pessoas acabam lendo.
Pessoas que eu não sei quem são.
Mas eu gostaria de saber.
Amigo ou amiga de Belém do Pará, comente aqui por favor para eu saber quem é você.
Isso é importante para mim.

Brigada.
Beijos.